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Dono de banca de verdura com caixa sem atendente diz confiar em clientes

  • http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/02/do
  • 24 de fev. de 2016
  • 2 min de leitura

Comerciante instalou banca de autoatendimento em Tangará da Serra (MT). Cliente escolhe produto, deixa dinheiro em caixa e leva a compra.

Do G1 MT

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Comerciante montou banca de verdura com caixa sem atendente (Foto: Reprodução/TVCA)

Um comerciante adotou um sistema inusitado para vender legumes, verduras e frutas na cidade deTangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. Luiz Nascimento montou uma banca dos produtos e vende os legumes na base da confiança: o cliente escolhe o produto, deixa o dinheiro em um caixa improvisado e leva a compra. Nenhum atendente fica no local.

O comerciante diz que se inspirou em um modelo de venda usado nos Estados Unidos e implantou o negócio há cinco meses em Tangará da Serra. Ele garante que confia nos 'clientes' e acredita que a sociedade merece confiança.

“Lá [Estados Unidos] eu presenciei esse tipo de comércio viveirista, mais ou menos o mesmo trabalho direcionado que estou fazendo aqui. Despertou essa curiosidade de implantar aqui, achei uma coisa bastante importante pra sociedade”, declarou.

A barraquinha de autoatendimento improvisada foi colocada na Avenida Tancredo Neves, no Centro da cidade. Os clientes têm opções variadas de produtos frescos, sem agrotóxicos, e também podem entrar no viveiro do comerciante, que fica atrás da banca de vendas.

O cliente entra na banca, retira os produtos que deseja e tem a opção até de pesar as verduras. Depois, é só colocar o dinheiro em um 'cofre' no local. O preço é único: R$ 3 o quilo ou por pacote.

Cliente retira o que deseja, coloca dinheiro em caixa improvisado e vai embora sem ter contato com nenhum atendente (Foto: Reprodução/TVCA)

“Eu resolvi colocar um tipo de um cofre, uma urna, e colocar uma gavetinha A gente vê que não tem tanto dinheiro porque o comércio não está implantado, [mas] ninguém arrebentou a gavetinha até hoje”, garantiu o comerciante. Luiz garante que os clientes pagam pelo que compram e nega ter sofrido roubos no local.

O comerciante diz que só vai ao local para repor o estoque e manter os produtos sempre frescos. “Todo esse material que a gente produz aqui vamos colocar na barraquinha para vender. A sociedade nossa merece também confiança, tanto quanto nos Estados Unidos, que esse tipo de comércio já funciona”, disse.


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