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Morte de jovem em acidente na AM-240 expõe risco na rodovia

  • Bôsco Cordeiro
  • 30 de ago. de 2016
  • 3 min de leitura

Morte de jovem em acidente na AM-240 expõe risco na rodovia

A rodovia AM-240 conhecida como Estrada de Balbina, foi palco na última quinta-feira (25), de mais uma tragédia no trânsito que ceifou a vida de um jovem conhecido como Rogério, que sofreu o acidente fatal no Km 23, ao colidir sua moto frontalmente contra um caminhão que vinha em sentido contrário.

Em 30 de junho de 2015, nossa equipe fez uma reportagem mostrando o descaso do governo estadual na manutenção desta rodovia, que hoje é cheia de buracos na pista, com erosões e falta de sinalização, o que a torna de alto risco para quem nela trafega.

O certo é que esta rodovia precisa de reparos urgentes, pois além de ser o único acesso à Vila de Balbina e inúmeras comunidades, via de escoamento da produção e também o principal meio de acesso a diversos balneários e cachoeiras do município, sendo portanto, bastante utilizada pelos visitantes.

Independente da forma como este acidente ocorreu, não devemos esperar que outra tragédia aconteça para pedirmos a atenção das autoridades estaduais para a gravidade da situação, pois por se tratar de uma rodovia estadual, cabe ao estado a manutenção e reparos da estrada. Nas condições em que ela se encontra, o risco de acidentes é eminente a todos que nela trafegam, sejam estudantes, comunitários ou mesmo turistas.

Reproduziremos aqui, matéria postada em 30 de junho de 2015:

Estrada de Balbina, preocupação e risco.

A Am 240, estrada que liga Presidente Figueiredo a Vila de Balbina, é de fundamental importância ao município. Através desta estrada, grande parte da produção agrícola que vem das comunidades, principalmente das comunidades fincadas às margens do rio uatumã, é escoada.

Em seus 75 km de extensão, existem diversas comunidades e um sem número de corredeiras e cachoeiras, algumas muito conhecidas como Santuásrio, Pássaros e Pedra Furada que são essenciais ao turismo da cidade. Nos fins de semana principalmente, o fluxo turístico nesta via é intenso.

A rodovia é o único meio de acesso terrestre aos moradores da Vila de Balbina, por meio dela, diariamente são transportadas além da produção, os jovens que estudam na sede do município ou mesmo os estudantes universitários que frequentam as diversas faculdades da capital. A estrada encontra-se em um estado preocupante pois além da falta de sinalização surgiram diversos buracos causados pela ausência de manutenção que é de inteira responsabilidade do Estado. Em alguns trechos, o número de buracos preocupa principalmente pelo risco que oferece em causar acidentes com gravidade. Transitar a noite na Am 240 tornou-se uma viagem de alto risco devido além do número excessivo de buracos e da falta de sinalização tanto vertical como horizontal, pelo fato de na região ser comum o fenômeno da cerração que torna a visibilidade quase nula. É essencial nesta estrada, a sinalização conhecida como "olho de gato'.

O estado da rodovia tem sido motivo de muita preocupação dos moradores da Vila de Balbina, que temem pela vida de seus filhos que são usuários diários da via nos transportes escolares. Alguns pais dizem que ficam apreensivos quando ocorre algum atraso no retorno de seus filhos pois já ficam "pensando no pior".

Próximo ao km 28 da rodovia, existe um trecho onde o perigo é eminente pelo excessivo número de buracos e lama na pista margeada por dois grandes abismos. "Aqui não há como se salvar em caso de acidente" comentou Luiz Fernando, um turista que passava pelo local. Moradores da região fazem apelo às autoridades para que providências urgentes sejam tomadas e que seja dada uma atenção especial a esta estrada não só pela importância econômica que ela representa ao turismo e receita do município de Presidente Figueiredo, mas essencialmente, para que vidas sejam preservadas.



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