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O poder das redes sociais nas eleições municipais

  • Bôsco Cordeiro
  • 15 de set. de 2016
  • 2 min de leitura

O poder das redes sociais nas eleições municipais

Com as novas regras das campanhas eleitorais em vigor, os candidatos em campanha, passaram a ser muito mais monitorados e acompanhados pelos órgãos de fiscalização. Qualquer deslize resulta em multa ou até mesmo em impugnação da candidatura.

Práticas comuns em outras eleições como a contratação de um exagerado número de cabos eleitorais, passou a ser inviável diante dos valores estabelecidos pelo TRE, bem como a obrigação de contratação obedecendo às leis trabalhistas.

A prestação de contas dos gastos de campanha, passou a ser algo preocupante aos candidatos. O cruzamento de informações de custos com gastos de combustível, alimentação, carros de som, material gráfico com o que é apresentado nas prestações, tem que estar dentro das regras estabelecidas que visam colocar os candidatos em pé de igualdade perante o eleitor.

Essa situação tornou as redes sociais a grande sacada na busca por votos. O custo da divulgação na internet é quase insignificante diante dos resultados obtidos, principalmente em lugares onde os meios de comunicação tradicionais como rádio, jornal e televisão são deficitários.

A maioria dos candidatos vem utilizando o whatsapp como forma de interagir com os eleitores e apresentar suas propostas de trabalho. Através do Whatsapp marcam reuniões, respondem questionamentos dos eleitores, pedem votos e, principalmente, monitoram o trabalho de sua equipe.

O maior problema das redes sociais, é que muitas vezes, elas são utilizadas de forma criminosa denegrindo a imagem dos adversários e espalhando inverdades que depois de espalhadas, causam prejuízos irreparáveis. Isso sem levar em consideração, as brigas e desavenças pelos usuários das redes sociais, em defesa dos candidatos de sua escolha.

Numa cidade como Presidente Figueiredo, onde os meios de comunicação não oferecem noticiários locais, as redes sociais passam a ter uma força descomunal, sendo portanto, o principal veículo de informação. Notícias desatualizadas acabam sendo trazidas à tona como se fossem atuais. Decisões judiciais são disseminadas com rapidez, tudo utilizado como estratégia de desestabilizar candidaturas contrárias.

Até mesmo blogs e sites publicam "matérias pagas" como resultado de pesquisas eleitorais, impugnações de candidaturas, dossiês de candidatos e muitas outras informações que até ferem a legislação eleitoral, mesmo que isso venha resultar em processos que se arrastarão na lentidão do judiciário.

Certamente esta será a eleição onde as redes sociais poderão fazer a diferença nas urnas, é necessário no entanto, que o eleitor busque se informar da veracidade do que foi postado, evitando assim, fazer escolhas erradas nas urnas.












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