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Vôlei sentado feminino conquista o inédito bronze com amazonense dentro de quadra

  • http://new.d24am.com/esportes/rio-2016/volei-senta
  • 18 de set. de 2016
  • 3 min de leitura

Vôlei sentado feminino conquista o inédito bronze com amazonense dentro de quadra

Seleção brasileira conquistou a medalha ao vencer a Ucrânia por 3 sets a zero


Vitória indiscutível, depois das meninas brasileiras vencerem por 3 x 0, as ucranianas.Foto: EBC/ divulgação

As meninas do vôlei sentado não decepcionaram a torcida e venceram hoje (17) as atletas da Ucrânia, garantindo mais uma medalha de bronze para o Brasil. A vitória foi muito comemorada, levantando as arquibancadas do Pavilhão 6 do Riocentro na tarde deste sábado. A seleção brasileira contou com a participação da amazonense, Laiana Batista (34).

O primeiro set começou com as ucranianas na frente nos primeiros pontos, mas depois que o time brasileiro virou o placar não ficou mais atrás até vencer por 25 a 12.

No segundo set, as brasileiras fizeram o primeiro ponto, mas enfrentaram mais resistência das adversárias, que conseguiram virar e chegaram a abrir três pontos de diferença. Foi quando o técnico brasileiro, José Guedes, pediu tempo e começou a reação. O Brasil empatou em 6 a 6, virou o jogo, mas voltou a ficar atrás no placar. As brasileiras só conseguiram passar as ucranianas no fim do set, que terminou em 25 a 22.

Brasileiras venceram ucranianas por 3 sets a 0 e levaram a medalha de bronze no vôlei sentado feminino na Rio 2016Reuters/Pilar Olivares/Direitos Reservados

O terceiro e último set foi dramático, com as duas seleções se revezando na liderança do placar. O Brasil só respirou quando conseguiu abrir cinco pontos de vantagem, fazendo 16 a 11. O técnico ucraniano pediu tempo, mas não adiantou: as brasileiras chegaram a 21 a 14.

Mesmo após um novo pedido de tempo pela equipe adversária, as brasileiras mantiveram o ritmo de jogo até fechar o set em 25 a 20 e a partida em 3 a 0, garantindo o bronze e a festa nas arquibancadas, que contaram com cerca de 8,5 mil torcedores, segundo a organização.

Futuro

Após a vitória, a capitã do time, Suellen Cristine Lima, disse que o início da partida foi difícil por causa da ansiedade e por ser a primeira disputa de medalha paralímpica do grupo.

“Não foi tão fácil quanto a gente esperava, mas a gente conseguiu se superar e ir para cima delas e conquistar esta medalha inédita. A minha função foi mais acalmar e incentivar as meninas. O segundo set foi o momento mais crítico, no finalzinho, quando a gente foi ponto a ponto, até quando conseguiu deslanchar e vencer”, contou Suellen, que integrava a seleção em Londres 2012, que ficou na quinta posição.

A maior pontuadora brasileira na partida foi Janaína Cunha, com 22 pontos, desequilibrando a partida. A atleta sonha em participar dos Jogos de Tóquio 2020, mas disse que é preciso incentivo do governo e das empresas para a modalidade prosseguir vitoriosa.

“Lá em Tóquio é rumo à medalha de ouro, mas vamos ver até lá o que vai acontecer. Tudo depende da parte física. Eu continuo jogando por causa do apoio do Sesi [Serviço Social da Indústria] lá de São Paulo. Mais empresários deviam dar apoio, pois não tem como jogar e não receber nada. Precisa de mais incentivo”, disse.

Seleção de bronze tinha amazonense na quadra.

A Seleção Brasileira de vôlei sentado contou com a manauara Laiana Batista (foto abaixo), 34. Desde 2015, Laiana faz parte da equipe brasileira na modalidade que conquistou, em março deste ano de 2016, o inédito terceiro lugar no Mundial da categoria, disputado na China. Apesar do resultado histórico, a oposta prefere manter a cautela por saber da força das adversárias, principalmente, a China e os Estados Unidos. Antes de partir para o Rio de Janeiro, para jogar os Jogos Paralímpicos, Laiana falou para a reportagem da REDE DIÁRIO.

“A expectativa é bem positiva, mas é melhor sempre aguardar cada jogo. No momento, não somos favoritas. As grandes favoritas são os Estados Unidos e a China, mas estamos treinando muito para conseguir subir ao pódio. Sabemos que será muito difícil”, disse. “Somos ‘crianças’. Temos apenas 12 anos de bagagem e essa é a segunda participação (em Paralimpíadas). Estamos longe das potências, mas já estivemos bem pior. Estamos derramando muito suor. Nossa equipe está conseguindo bons resultados. Temos tudo para dar certo e todo apoio que precisamos. Acredito muito na nossa equipe”, completou Laiana, que fez em Volta Redonda (RJ) os últimos treinos antes da estreia nos Jogos Paralímpicos.




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