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Vestiário é invadido, e atletas do Fast relatam roubo de celulares e relógio

  • http://globoesporte.globo.com/am/futebol/times/fas
  • 16 de out. de 2016
  • 2 min de leitura

Vestiário é invadido, e atletas do Fast relatam roubo de celulares e relógio

Três jogadores tiveram celulares roubados. O relógio, de um deles, custava cerca de R$ 1 mil. Esta é a segunda invasão, seguida de roubo, a vestiários no Amazonense


O Fast perdeu para o Rio Negro por 1 a 0, na tarde deste sábado, no estádio do Sesi. A derrota não abala a equipe, que está garantida na semifinal e fechou a fase classificatória do Campeonato Amazonense como líder isolado. O dia tinha tudo para terminar bem. Até os atletas deixarem o campo. Mesmo trancado durante todo o jogo, o vestiário foi invadido e jogadores tiveram celulares, relógio e dinheiro roubados.

Felipe teve celular recém-comprado roubado (Foto: Isabella Pina)

Em contagem inicial, quatro atletas foram roubados: Felipe, Matheus, Robinho e Velho. Os três primeiros tiveram os celulares roubados. Felipe, tinha comprado o aparelho há menos de um mês. Matheus, comprou o seu um dia antes do roubo. Robinho, além do telefone, conta que levaram um relógio avaliado em mais de R$ 1 mil. De Velho, levaram R$ 50. - É absurdo, cara. Que tristeza. Comprei o meu celular ontem (sexta-feira). A gente vem jogar, trabalhar, e fazem isso. Ninguém viu nada, ninguém sabe de nada - lamentou Matheus. Felipe foi um dos que mais ficou abalado com a situação. Chorando, o jogador precisou ser consolado por membros da comissão técnica e torcedores. Robinho também. Outros atletas, que não foram roubados, relataram que tiveram suas bolsas reviradas.

Jogadores vão à delegacia após o jogo

No Sesi, os vestiários têm tranca, mas a parede não vai até o teto e é possível, facilmente, invadir pulando o "muro". Indignado, o vice-presidente do Fast, Claudio Nobre, garantiu que fará com que o caso seja relatado na súmula para que o Sesi ou a Federação, de alguma forma, arquem com o prejuízo.

Após a partida, os atletas foram levados ao 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para abrir boletim de ocorrência sobre o caso. O grupo foi acompanhado pelo advogado do clube, Dr. Hugo Ribeiro. Inicialmente, até que a situação se resolva, a diretoria do Fast se propôs a ressarcir os jogadores que disputam, nesta quarta-feira, a semifinal do estadual.

Federação se isenta Em conversa com o GloboEsporte.com, logo após o ocorrido, o diretor de competições da Federação Amazonense de Futebol, Ivan Guimarães, lamentou o caso, mas garantiu que, nem Faf, nem Sesi devem arcar com o prejuízo. Independente de relato na súmula. - É algo que, independente de sair ou não na súmula, não pode ser creditado à federação ou o estádio. O clube deve resolver da maneira legal, com a polícia.

Segundo roubo no Campeonato Amazonense No início de setembro, em Manacapuru (a 80 quilômetros de Manaus), pela 7ª rodada do Campeonato Amazonense, Princesa e Nacional se enfrentaram. Enquanto o jogo rolava, o roupeiro do Naça, Rômulo Pantoja, foi assaltado dentro do vestiário da equipe, que foi invadido por dois homens armados com facas. Celulares também foram levados.


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