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Vereadores duelam na Câmara sobre impedimento de prefeito eleito assumir em Presidente Figueiredo

  • Bosco Cordeiro, Alexandre Linhares e Raphael Magom
  • 9 de nov. de 2016
  • 2 min de leitura

A câmara de vereadores de Presidente Figueiredo, viveu na manhã desta quarta-feira (09), uma acirrada sessão envolvendo os vereadores Jonas Castro e Alexandre Lins. Tudo por conta da briga travada pelo vereador Jonas castro, para impedir a posse do prefeito eleito Romeiro Mendonça.

Jonas Castro procurou o Ministério público Federal, questionando a legitimidade da decisão judicial que acatou a liminar do prefeito eleito, legitimando sua candidatura. Segundo o vereador Jonas, a magistrada fere o pacto federativo com esta decisão, por ir contra uma decisão tomada por uma corte superior composta por onze ministros.

O vereador ressalta em suas colocações, que a magistrada com a decisão tomada, não só prejudica os outros candidatos concorrentes mas principalmente a população de Presidente Figueiredo. Por este motivo ele procurou o Ministério Público Federal e ouviu do Dr. Felipe, procurador responsável pela análise deste processo, e ouviu deste que ele estaria entrando com um agravo de instrumento ainda na segunda-feira (07) próxima passada, solicitando ao juiz titular da vara onde corre o processo, revogando decisão anterior, o que tornaria Romeiro Mendonça inelegível, decisão esta a ser tomada até esta quinta-feira (10).

Por outro lado, o vereador Alexandre Lins, principal aliado de Romeiro, contestou as alegações de Jonas dizendo que "o direito do enforcado é espernear" pois o processo motivo da discórdia já foi julgado e transitado no TSE e ao se dirigir a Jonas Castro falou: "aceita que dói menos".

Por um breve momento os ânimos se exaltaram e as agressões partiram para o campo pessoal, precisando da interferência do Vereador Caranha presidente da Câmara. Alexandre então, referiu-se ao ex prefeito Fernando Vieira, que tem em Jonas como seu principal defensor e aliado, falando das condenações que este sofreu no Tribunal de Contas, tendo que devolver aos cofres públicos quase dez milhões de reais.

Pelo que se viu hoje na câmara, este é mais um capítulo de uma briga que já vem se arrastando a muitos anos e com final imprevisível.


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